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CARTOGRAFIAS é uma proposta de diálogo entre adolescentes brasileiros e africanos através da troca de cartas. Tem como objetivos ampliar a visão de mundo de estudantes de escolas públicas, desenvolver suas habilidades de comunicação textual (escrita, argumentação, leitura) e aproximar afetivamente jovens separados pelo Atlântico mas unidos pela língua portuguesa e pelo colonialismo.

 

Em sua edição piloto propõe a articulação de 20 instituições educacionais de Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Brasil - quatro em cada país - totalizando um público de 100 jovens.  

Os cartógrafos percorrerão diversas culturas e serão provocados a criar releituras do seu mundo no contato com outras ideias e formas do português expressos por jovens de diferentes países. Os percursos de viagem serão compartilhados em um Mapa Digital, integrando impressões de todos adolescentes-cartógrafos sobre as culturas visitadas.

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WORLD PLAYING

WORLD PLAYING é uma rede global de adolescentes conectados a partir da música e jogos cooperativos. Lança adolescentes de várias regiões do mundo em um percurso educativo inovador, contribuindo à ampliação do repertório cultural e ao desenvolvimento da capacidade de convívio entre diferentes, com impactos diretos na promoção da cultura da paz entre a nova geração.

O projeto tem como objetivos promover a interculturalidade, fortalecer o senso de pertencimento e a capacidade de colaboração da nova geração, usando a criação artístico-cultural e a metodologia de jogo como ferramentas pedagógicas. 

Em sua edição piloto, articula as comunidades escolares da organização Playing For Change (playingforchange.org) criando uma banda composta por seus alunos. O processo inclui um conjunto de residências escolares em 5 cidades do mundo e resulta em shows, videoclipes e divulgação das faixas da banda.

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JANELAS é um projeto multiplataforma voltado para a formação cidadã e ampliação da visão de mundo de adolescentes em situação de privação de liberdade. 

 

O projeto estrutura-se em dois eixos: atividades permanentes de exibição de filmes nacionais em unidades socioeducativas (formação de cineclubes); e cocriação de mini-documentários com jovens privados de liberdade para exibição em canal de TV e plataforma web.

Serão formados cineclubes em Centros Socioeducativos de São Paulo e Rio de Janeiro, e produzidos 20 curtas-metragem com internos destas instituições. O acervo será composto por títulos que problematizam o contexto histórico-social que engendra a produção de violências no Brasil e/ou que estimulem a superação, o sonho e o desejo em realizar-se. 

 

A produção dos curtas-metragem acontece em paralelo à leitura de filmes, com um grupo de adolescentes de cada unidade. Os encontros levam os jovens a mergulharem em suas memórias e a desconstruirem imagens e discursos elaborados pela grande mídia a respeito de menores em situação de conflito com a lei. 

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Como queremos viver nos próximos 70 anos? Não são poucos pensadores e ativistas que têm nos alertado para o fato de que é preciso uma mudança radical de rumos para que a humanidade sobreviva aos efeitos das mudanças climáticas e da superpopulação. A cisão natureza-cultura que marca a modernidade segue produzindo tecnologias que apontam para um cenário em que o humano torna-se desnecessário. No entanto, é preciso destacar que muitas formas de resistência foram se constituindo, nos mais diferentes lugares do planeta, estruturadas a partir de dissidências que trazem uma grande narrativa: a dos comuns. 

 

Quando falamos em comum nos referimos às comunidades que governam a si mesmas para gerir e usufruir coletivamente de bens naturais, intelectuais, urbanos, rurais ou digitais. De um modelo político que restaura nosso compromisso uns com os outros.

 

Nesta narrativa multimídia (podcast, uma serie de mini documentários e um longa-metragem) vamos realizar dois movimentos: documentar histórias sobre iniciativas onde o comum vem sendo uma alternativa; e ficcionalizar um futuro comuneiro, plantando imagens de uma humanidade que superou o desenvolvimentismo e sobrevive com base na cooperação, na partilha e na autogestão.

 

Parceria: Instituto Procomum

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Existe amor em SP? E no Rio, Salvador, Belo Horizonte? Quais afetividades estão se processando nos corpos individuais e coletivos do nosso tempo? Como viver de maneira que produza mais sentido e bem-estar? Em meio ao vazio existencial que nos abisma, à crise do amor romântico e ao quadro de violências que vivem os brasileiros, Oficina do Amor propõe estimular o pensamento crítico sobre nossos valores afetivos e expandir nossa capacidade de amor indiscriminado através de um conjunto de palestras e vivências de Biodanza.

As palestras contarão com renomados acadêmicos e lideranças brasileiros e estrangeiros, como Riane Eisler (Partnership Studies - EUA), Ina Stoll-Meyer (Comunidade ZEGG - Alemanha), Alberto da Costa e Silva (africanista) e Eliane Potiguara (escritora indígena), para refletir sobre o amor em suas dimensões histórica, social e política. Entre as questões em debate: cultura da parceria, amor romântico, ética-amizade, poliamor, ancestralidade, família estendida, posse e propriedade, confiança, solidão e comunidade.

Vivências de Biodanza relacionadas aos temas de cada encontro acontecerão na sequencia das exposições teóricas, convidando o público a reconhecer e reinventar seus afetos através da interação sensível e da expressão corporal.